Ao largo da ilha não existia mais qualquer tipo de vento predominante.
As vergas, presas aos mastros através de um complexo sistema de cabos, não oscilavam um único milímetro, o que tornava impossível o simples processo de bracear.
Qualquer tentativa de monitorização de correntes de superfície e de agitação marítima era absolutamente infrutífera.
De um momento para o outro, tudo ficou em suspenso e durante o alvorecer do crepúsculo, tudo se apaziguou fleumaticamente.
Cessaram os odores ralos, florais, acres e edulcorados, as cores ténues, subtis, garridas e vibrantes, tudo. Foi tudo suprimido, naquele ensejo bizarro e insólito.
Era quase como que o triangulo das Bermudas, rei dos fenómenos inexplicáveis, um insondável mistério que se precipitava à velocidade da luz.
Forças magnéticas invulgares, túneis do tempo intrincados, enigmáticas ocorrências extraterrestres, obscuros mecanismos paranormais ou qualquer outro tipo de fenómeno metafísico ininteligível.
O tempo parara, e tal como gritara severamente o capitão, era hora de ancorar!