Findem-se os estudos académicos
estruturais baseados em modos analíticos de harmonização.
Que cesse por completo o demarcado
ritmo oprimente e a claustrofóbica consonância ensaiada.
Abaixo as subordinantes sonatas,
levadas a cabo pela ampla e asfixiante esquematização de
composição.
Enraíze-se a espontaneidade aleatória,
levada a cabo pelo suave e adocicado toque improvisado de natureza
efémera, que abre as portas do Éden e desvenda as míticas melodias
repletas de serenidade e de placidez.
Transponham-se os limites e prime-se
pela sobreposição, partilha, difusão e perpetuação rítmica.
Realce-se, de uma vez por todas, a
importância dos fugazes encontros enamorados geradores de acordes,
não ignorando contudo as belas e inesperadas dissonâncias daí
resultantes.
Anexe-se o lirismo, a subjectividade, a
emoção e acima de tudo viva-se a música, já que ao fim e ao cabo,
tudo o resto... pouco ou nada importa.
Sem comentários:
Enviar um comentário